terça-feira, fevereiro 12, 2008

SILÊNCIO







“SILÊNCIO”

A cia. dos comuns utiliza música, dança e fragmentos poéticos para falar de segregação racial e loucura. O que passa pela mente de uma pessoa que durante toda sua existência sente que a qualquer momento poderá ser vítima do racismo? Esse é o questionamento.

CURTA TEMPORADA
13 a 23 de março de 2008. Quinta e sexta ás 19h30. Sábado e domingo ás 20h.

Teatro Gláucio Gill – Praça Cardeal Arcoverde, s/n, Copacabana, ao lado da estação do metrô. Tel.: 2299-5580

Capacidade: 200 lugares

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia-entrada) / R$ 5,00 (promocional – válido para pré-vestibulares, escolas, ONGs, rádios comunitárias e associações comunitárias)

Duração do espetáculo: 55 minutos / Classificação etária: 14 anos

Informação para a Imprensa:

Márcia Vilella / Marcela Prior
Target Assessoria de Comunicação
55 21 2284 - 2475 / 8158 – 9692 / 8158 - 97 15
target@target.inf.br






Promoções: Somente para pré - vestibulares, escolas, associação de moradores, ong's e rádios comunitárias.



Informações para promoções Cia dos comuns: (21) 2242-0606 / www.comuns.com.br



Post by: Fábio Negret

quinta-feira, outubro 25, 2007

Silêncio







“SILÊNCIO”

A cia. dos comuns utiliza música, dança e fragmentos poéticos para falar de segregação racial e loucura. O que passa pela mente de uma pessoa que durante toda sua existência sente que a qualquer momento poderá ser vítima do racismo? Esse é o questionamento.

CURTA TEMPORADA
13 a 23 de março de 2008. Quinta e sexta ás 19h30. Sábado e domingo ás 20h.

Teatro Gláucio Gill – Praça Cardeal Arcoverde, s/n, Copacabana, ao lado da estação do metrô. Tel.: 2299-5580

Capacidade: 200 lugares

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia-entrada) / R$ 5,00 (promocional – válido para pré-vestibulares, escolas, ONGs, rádios comunitárias e associações comunitárias)

Duração do espetáculo: 55 minutos / Classificação etária: 14 anos

Informação para a Imprensa:

Márcia Vilella / Marcela Prior
Target Assessoria de Comunicação
55 21 2284 - 2475 / 8158 – 9692 / 8158 - 97 15
target@target.inf.br






Promoções: Somente para pré - vestibulares, escolas, associação de moradores, ong's e rádios comunitárias.



Informações para promoções Cia dos comuns: (21) 2242-0606 / www.comuns.com.br



Post by: Fábio Negret









quarta-feira, julho 04, 2007

segunda-feira, julho 02, 2007

Dança afro com Valéria Monã

Quem assistiu aos espetáculos da Cia. dos Comuns - e mesmo quem não viu - tem agora a oportunidade de participar da Oficina Permanente de Dança Afro, ministrada por Valéria Monã.

Na oficina o participante terá oportunidade de se aproximar de uma das referências de movimentação corporal desenvolvidas pela Cia. dos Comuns em seus espetáculos, além de melhorar o condicionamento físico e a consciência corporal.

As aulas acontecem às segundas, quartas e sextas das 19h às 20h no espaço Atmosfera da Fundição Progresso. Para maiores informações, é só ligar pra 92145855 e falar com a própria Valéria Monã.

Não deixe de visitar o nosso site e assistir aos vídeos dos nossos espetáculos.

www.comuns.com.br/radioevideo.htm







VALÉRIA MONÃ
Bailarina, Atriz e Coreógrafa

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EM TEATRO E DANÇA

2006 - Besouro, cordão de ouro, com texto de Paulo César Pinheiro e direção de João das Neves

2005 – Bakulo – os bem lembrados, com a Cia. dos Comuns, direção de Marcio Meirelles

2003/2004 – “Candaces – A Reconstrução do Fogo”, com a Cia. dos Comuns, direção de Márcio Meirelles

2002/2001- “A Roda do Mundo” - Com a Cia dos Comuns, direção de Marcio Meirelles
atuou como atriz e assistente de coreografia.

1999- “Clementina”

1997- “O Sol da Meia – Noite”

1996 - “Um Toque de Dança”
“Dança Nana”
“Ogum Onirê”

1995 - “O Silêncio”
“Eletrônica Zumbi”

1993 - “As Iabás”
1992 - “O Cortiço e o Portiço”

1986 - “Despertar da África”





quarta-feira, junho 27, 2007

CONEXÃO RIO PORTO ALEGRE!




O projeto Centro de Cultura Negra do RS contempla antiga aspiração do Movimento Negro porto-alegrense e gaúcho no sentido de obter junto ao poder público um espaço físico para concentrar determinadas atividades de caráter cultural e alcance social.
A idéia visa a atender à carência de cursos de capacitação, atividades culturais de estudo ou expressão artística, preparação para o manejo de técnicas diversas, como culinária e artesanato – necessidades que um espaço com instalações e equipamento adequados permite localizar e oferecer à comunidade, E muito mais.
Ficou curioso? clique no link abaixo.



VISITE O SITE: WWW.CCNRS.COM.BR
RIO GRANDE DO SUL, TAMOJUNTOEMISTURADO !!!



segunda-feira, maio 28, 2007

OLONADÉ - O TEATRO DA COMUNS

Os conteúdos expostos e debatidos nos três primeiros dias do projeto, nas palestras de Kabengele Munanga, Valdina Pinto, Conceição Evaristo, Leda Martins, Inaicyra Falcão, Cuti (Luiz Silva) e MV BILL estavam em consonância direta com tudo que foi praticado nas três semanas seguintes de oficinas.

As oficinas de dança foram ministradas por Inaicyra Falcão e Zebrinha, sendo marcadas pela valorização da contemporaneidade, desconstrução e ressignificação dos movimentos e gestuais de matriz africana. Como proposta, a capoeira

Rodrigo dos Santos nos traz, de modo lúdico, a capoeira como método de trabalho e disciplina do ator, através do conhecimento do corpo e suas habilidades.

Robertinho Silva e Puan Viana trabalharam, na oficina de percussão, uma maior percepção e coordenação do movimento rítmico de atores e músicos, através não só dos toques dos orixás, mas pontuando a enorme gama de ritmos desenvolvidos nos países de maciça presença negra.

A oficina ministrada por Jarbas Bittencourt levou os atores a serem os próprios compositores de música pra suas cenas. Através de exercícios musicais, cenas foram propostas pelos atores, ganhando texto, forma e música.

Figurino, tingimento e adereços tiveram suas oficinas realizadas no espaço Usina 21, e foram ministradas por Biza Vianna, Rubens Barbot e Carlos Alberto Nunes, para além de fornecerem técnicas para a confecção de figurinos, renderam excelentes debates estéticos sobre o fazer cênico e como a roupa, as cores e os adereços trazem significados éticos e estéticos na cena.










Olonadé é Capoeira!









quinta-feira, abril 26, 2007